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"Polícia é polícia, bandido é bandido!”. Essa obviedade não foi dita por alguma alta autoridade e nem por alguém com cultura destacada. Nada disso.   A frase foi proferida nos anos 70, por Lúcio Flávio Villar Lírio, um dos maiores assaltantes de bancos do país e, em sua época, o criminoso mais famoso que o Brasil conhecera. Virou filme, com o grande ator Reginaldo Farias, numa atuação antológica. Embora num outro contexto, a frase serve como exemplo da clara separação dos representantes da lei e dos criminosos.  Hoje, a grande mídia brasileira tenta confundir a população, comparando polícia com bandido, numa cínica e vergonhosa inversão de valores, já que supervaloriza os direitos dos criminosos e faz de conta que quem é o vilão, é o homem fardado ou o civil, os que defendem a sociedade.  Durante os governos petistas e seus aliados, que felizmente vão sumindo e, se tudo der certo, acabarão na vala comum da História, por não merecerem mais que isso, tentaram enganar a população, com ideias de que é mais importante preservar os direitos de um bandido do que a de um policial. Não havia autoridade participando de enterros das dezenas de policiais covardemente assassinados, mas havia discursos – é só pesquisar, todos estão ainda bem vívidos, com seus autores ainda por aqui, embora agora meio escondidos – quando algum bandido era morto. Um episódio antológico foi matéria da TV Globo, porta voz dessas teorias covardes, em rede nacional, atacando a Polícia Militar do Rio, que numa operação de inteligência e grande competência, matou o traficante Matemático, um dos mais cruéis dos morros cariocas. Para a Globo, os policiais deveriam ter sido presos pelo crime que cometeram. Pior que a linha editorial da emissora continua a mesma. Ela também vai sucumbir ante a opinião pública, que lhe diminui o crédito dia a dia. 

 

Certamente todos esses defensores dos bandidos vão discursar contra o que aconteceu em São Paulo, essa semana, embora os cidadãos de bem, que são a grande maioria dos brasileiros, estejam comemorando. Um bando de 25 bandidos, todos seus membros armados com fuzis, explosivos, metralhadoras e prontos para uma série de ataques a bancos, confrontou a polícia, na cidade de Guararema, em São Paulo. Onze deles foram mortos na troca de tiros. Outros tantos fugiram. O governador João Dória festejou a ação e vai homenagear os policiais envolvidos na ação. Os criminosos, que estavam armados para uma guerra. Queriam matar. Agora que a lei e a decência voltaram a imperar no país e que a resposta da polícia ao crime não é mais a criminalização das ações das forças da lei, os bandidos vão começar a contar até dez, antes de planejarem seus ataques. Os que foram para o inferno, certamente servirão de exemplo para outros, que imaginavam que o Brasil continuaria eternamente nas mãos dos que eram amigos do crime, pelas leis criadas para proteger a bandidagem. Felizmente, isso está acabando. Aleluia!    

 

 

 

ELTON E A NONAGENÁRIA OAB

A quase nonagenária Ordem dos Advogados do Brasil, criada em 1930, se tornou uma verdadeira joia da democracia. Em muitos momentos da vida brasileira, nesses quase 90 anos, a entidade se mostrou vital, tornando-se sólida como defensora da Constituição e do Direito dos brasileiros. É sobre a OAB nacional e a de Rondônia, que o presidente da entidade, o advogado Elton Assis, conversou com Sérgio Pires, no programa Direto ao Ponto, que vai ao ar neste sábado pela Record News (Canal 31) e depois  no site Gente de Opinião. A participação da mulher na Advocacia; a violência contra a mulher e o feminicídio que assusta Rondônia e o país: o exagero das 1.400 faculdades de Direito no país, o que coloca sob suspeita a qualidade do ensino do Direito; as operações midiáticas realizadas pela polícia e autorizadas pela Justiça, tanto no Brasil quanto em Rondônia: os advogados que se tornam meninos de recado dos chefões do crime organizado: tudo isso foi abordado na entrevista. Elton falou também no futuro da OAB; nas primeiras realizações à frente da entidade e muitos outros temas. Na Record News, a atração vai ao ar a partir das 10h30 da manhã. No Gente de Opinião, o programa estará disponível a partir do sábado à noite.

 

CONFÚCIO E O GABINETE ABERTO

O senador Confúcio Moura promove importante evento político na noite desta sexta, no Hotel Rondon Palace, na avenida Jorge Teixeira, na Capital, a partir das 19 horas. Ele recebe amigos, convidados e imprensa para o lançamento do projeto “Gabinete Aberto”,  onde anunciará seu Plano de Atuação Parlamentar para 2019 e 2020. A ideia do ex governador e hoje senador, é ter um mandato participativo, com voz ativa dos seus eleitores em todo  o Estado. Neste sábado pela manhã, num café, Confúcio repete a dose do lançamento do seu projeto em sua cidade. Defendendo prioridade de investimentos nas áreas de educação, ciência e tecnologia, o representante do MDB no Senado, contudo, quer ampliar seu leque de atuação, ouvindo as reivindicações e ampliando ao máximo possível o atendimento ao rondoniense. Certamente há o aguardo da presença de muitos amigos e admiradores, assim como um grande número de ex secretários, que acompanharam o governo Confúcio Moura durante sete anos e meio. No Senado, Confúcio pretende também trazer de volta os grandes discursos, tão ausentes no Congresso, pela pobreza intelectual da maioria dos políticos, nos últimos anos. Pedro Simon, aliás um dos nomes mais importantes da história do MDB, foi o último tribuno com alguma qualidade. Desde lá, só terra seca!

 

JAQUELINE EXPLICA SEU VOTO

Do alto dos mais de 34 mil votos conquistados, a deputada Jaqueline Cassol fez o que todos os eleitos deveriam fazer, em respeito  aos seus eleitores e a toda a população: explicar seu voto. Principalmente em projetos polêmicos, como foi o caso da sua posição contrária à proposta do deputado Van Hatten, do Partido Novo, que queria que dinheiro do Fundo Partidário pudesse voltar ao cofres públicos para beneficiar a todos. Pelo sistema atual, caso devolva os recursos recebidos, o dinheiro seria distribuído para todos os demais partidos. Jaqueline disse que, entre os motivos por ter votado contra, foi porque “o partido Novo, ao mesmo tempo em que pede a redistribuição do Fundo Partidário ao orçamento, apresentou projeto de lei onde defende a retomada do financiamento privado de campanha”. A parlamentar disse ainda que “a influência dos interesses privados nas eleições brasileiras tem sido desastrosa. A própria Operação Lava Jato vem revelando isso”. Disse mais: “proposta para extinguir o Fundo Partidário, caso isso aconteça prejudica, sobremaneira, a participação feminina nas disputas políticas”. Para ela, “se o Fundo Partidário for extinto, as mulheres voltarão a ser submetidas a coadjuvantes nas eleições, uma vez que o direito aos 30% do Fundo Partidário, para disputas igualitárias nas eleições, como determinou em 2018 o Supremo Tribunal Federal, deixará de existir”. Pode-se até não concordar com as posições da deputada, mas há que elogiá-la por tomá-las e trazer o assunto das suas decisões publicamente

 

OUTRA ESCOLA DOMINADA PELO MEDO

Fecha- se os olhos para a violência nas escolas. Mas é bom avisar que ela está cada vez pior, ao menos em alguns bairros da Capital, como está em várias regiões do Estado e de todo esse Brasil. Nessa semana, mais fatos e cenas daquelas lamentáveis, sobre esse grave problema, que, infelizmente, não é combatido com a veemência e com a dureza com que deveria sê-lo, foram registrados. Uma delas viralizou nas redes sociais, quando um estudante da Escola Ulysses Guimarães, localizada no barro Jardim Santana, zona leste da Capital, aparece queimando uma cadeira da sua escola, sob festa de colegas e alegria de outros, que filmavam as cenas com celular. A situação chegou a tal ponto que até o deputado estadual Alex Silva, do PRB, que visitou a mesma escola, ficou assustado com o que recebeu em termos de informações assustadoras. “O diretor contou que os criminosos já roubaram tudo que conseguiram, inclusive as portas que eram de alumínio. Os professores trabalham sob ameaça e na hora que eu estava saindo a vizinha da escola me chamou e disse que precisou tirar seu filho de lá por causa do consumo e comercialização de drogas”, relatou o parlamentar. Até quando essa situação continuará apavorando essa e outras escolas da Capital continuará, sem um combate efetivo?

 

A VOLTA DOS VIGILANTES

Nesse contexto, surgiu ao menos uma pequena, mas importante novidade: nessa semana, pela primeira vez em anos, a Secretaria de Educação do Estado confirmou que pretende colocar vigilantes para voltarem a cuidar da segurança nos educandários. Atendendo pedido do deputado Anderson Pereira, do PROS, o secretário da Seduc, foi informado que o retorno da vigilância (ainda não definida se armada!) ocorrerá de maneira gradativa, ou seja, aos poucos, primeiro nas escolas onde há maior índice de criminalidade e apenas à noite. Anderson Pereira argumentou, ao pedir providências por mais segurança nas escolas, que elas estão sendo monitoradas por câmeras de vigilância, mas que elas não combatem o crime, embora possa inibi-lo eventualmente. Um levantamento recente apontou nada menos do que 211 ocorrências de furtos, roubos, denúncias de tráfico de drogas e outros delitos cometidos nas escolas e no entorno delas. Embora os gastos com os vigilantes sejam muito maiores do que os com câmeras, a presença física de um protetor da escola pode diminuir a criminalidade, considera o parlamentar. A Seduc vai atender, ao menos parcialmente, as reivindicações apresentadas.

 

QUEM RESPONDE POR TANTAS FUGAS?

“A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) informa que equipes do serviço de inteligência da Sejus e da Polícia Civil, estão empenhadas na captura dos 36 detentos foragidos das unidades prisionais Edvan Mariano Rosendo - Panda (11 foragidos), Ênio Pinheiro (28 foragidos) e Casa de Detenção de Cacoal (7 foragidos). Até o momento, quatro foram capturados e recolhidos ao sistema prisional. A Sejus esclarece, ainda, que 18 agentes penitenciários estavam de plantão no momento da fuga no Ênio Pinheiro, e 15 agentes penitenciários no Edvan Rosendo. Todas as medidas estão sendo tomadas para apurar a ocorrência das fugas nas unidades citadas. A última fuga ocorreu no início desta semana, no presídio Edvan Mariano Rosendo (Panda).”. A Nota Oficial da Sejus, sobre 46 presos, muitos deles perigosos, que saíram na moleza do sistema prisional de Rondônia, também conhecido como sistema de motéis de alta rotatividade, não diz absolutamente nada e não dá qualquer segurança à população. Há algo de podre na estrutura prisional de Rondônia e enquanto isso não for bem esclarecido, a população ficará apavorada, com tantos criminosos à solta. Nota oficial não resolve nada. O que resolve é ação e responsabilização dos culpados por tantas fugas.  

 

PERGUNTINHA

O que você achou da virulência com que parlamentares da oposição trataram o ministro da Economia  Paulo Guedes, que foi à Câmara para discutir a Reforma da Previdência?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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