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Quem está certo, na questão da manutenção ou não dos radares e lombadas eletrônicas em estradas federais: o presidente Jair Bolsonaro, que anunciou que vai acabar com elas ou alguns especialistas que alegam que, sem controle, o número de acidentes, principalmente os mais mortais, aumentarão muito, por causa de colisões em alta velocidade? As lombadas e radares são positivas ou não resolvem nada, a não ser encher os cofres de órgãos e empresas como milhões e milhões de reais, tirados do bolso dos motoristas infratores, como defende o Presidente? O caso é complexo e divide opiniões. Há especialistas achando que só multas pesadas e rigoroso controle de velocidade, podem diminuir os acidentes violentos, já que o motorista brasileiro está acostumado a andar em alta velocidade, correndo o risco de morrer e de matar, nas ruas, estradas e rodovias? Há exagero, ? Vamos pegar um só exemplo. Em Porto Velho, um sem número de motoristas foram multados porque uma lombada autorizava que os carros andassem a apenas 30 km por hora, na BR 319 (avenida Jorge Teixeira), próximo à rótula com a Migrantes. Em todos os anos em que o radar foi usado, centenas de multas foram aplicadas, porque quem passava a 36 km, por exemplo, ou seja, com o carro quase parando, infringia a lei em velocidade superior a 20 por cento que o permitido. Recebia pesada notificação. Há mais de três meses o radar foi desativado. Nenhum – zero – acidente foi registrado no local. Esse não seria um dos radares caça níqueis, que Bolsonaro critica? Como ele, inúteis, existem milhares Brasil afora. Mas e aqueles que realmente salvam vidas? Estudo do respeitado BID, atesta que a fiscalização eletrônica reduz em até 60 por cento o número de óbitos no trânsito e também corta em 30 por cento o número de colisões. Colocando na balança, tem como se decidir se devem ou não permanecer funcionando os radares e lombadas.

Na contrapartida, é importante se observar a preocupação do Presidente com a forma como o contribuinte tem sido depenado por tantas multas. Para se ter ideia, nos últimos cinco anos, a frota de veículos no Brasil cresceu 33 por cento, mas o número de multas aumentou nada menos do que 273 por cento. No começo desta década,   foram aplicadas 6 milhões e 500 mil multas. Um quinquênio depois, esse volume saltara para 19 milhões e 300 mil, três vezes mais. O faturamento com multas em 2016 chegou a 888 milhões de reais. A previsão é que em 2019, esse valor feche acima de 1 bilhão (isso mesmo, 1 bi!) de reais, incluindo-se aí as multas municipais e dos Detrans.  O bom senso indica que o governo federal precisa fazer um profundo estudo, para eliminar todas as lombadas e radares desnecessários, mas não excluir aqueles em locais extremamente perigosos e que, realmente, não são caça níqueis, mas sim salvadores de vidas. Se assim o fizer, estará ao lado dos brasileiros achacados com tantos multas, mas, ao mesmo temo, ajudará a preservar milhares de vidas. Esperemos, pois, que o correto seja feito. 

 

 

FALTAM PEDRAS PARA A BELMONT          

A poucos dias do início das obras, conforme prometido pelo governo do Estado, a Estrada do Belmont volta a ser notícia, pela buraqueira e pelo barro que dela tomaram conta, depois da cheia do rio Madeira que também a atingiu. O diretor geral do DER, coronel Erasmo Meireles, disse que estão faltando apenas alguns detalhes nas negociações com a Santo Antônio Energia, para a liberação das pedras que serão usadas na recuperação da estrada. Milhares de pedras serão doadas ao DER, para que ele realize o trabalho.  O projeto prevê que o leito da estrada seja elevado em pelo menos 70 centímetros, resolvendo de vez o grave problema que afeta principalmente o trânsito dos pesados caminhões que realizam o transporte de derivados de petróleo e  gás, no abastecimento de Porto Velho, região e até outros estados. No momento em que for iniciada a obra (inclusive com apoio de caminhões e equipamentos da Prefeitura), ela será concluída num prazo máximo de 15 dias. O que se espera é que o problema seja resolvido logo e em definitivo, porque há mais de duas décadas a Belmont é um dos maiores problemas de Porto Velho, em ternos de péssima condição de estradas. Nesse quesito, ela tem o  lamentável título de campeã absoluta.

 

FINAL DE SEMANA PARA ATERRORIZAR

Foi mais um final de semana daqueles que aterrorizar o rondoniense. Vários  assassinatos. Mortes no trânsito. Violência nas ruas. Bebedeiras. Motoristas pegos em blitz dirigindo depois de beber. Rompimento de barragens em Machadinho do Oeste. Em Porto Velho, a região da mini cidade em que se transformou o Orgulho do Madeira, torna-se uma das áreas mais violentas da capital. Tiroteios e mortes são comuns, como mais uma que aconteceu no final de semana, por lá. O tráfico de drogas domina várias áreas e até prédios inteiros. Ora, quando se entregou aquele enorme conjunto de prédios, amenizando em muito a falta de habitação na Capital, houve festa e comemoração. Corretamente, aliás, pois nunca se viu tantos programas habitacionais sendo entregues ao mesmo tempo quanto no governo anterior. O problema é a falta de visão. Constrói-se, se entrega quase uma pequena cidade dentro da zona leste e se deixa faltando quase tudo, incluindo-se aí a estrutura de segurança pública, que é nula. O que está acontecendo na área do Orgulho do Madeira era perfeitamente previsível. O pior é que, além de discursos, promessas e juras de que tudo será resolvido, a verdade é a situação só tende a piorar. A bandidagem está por lá, cada vez mais violenta e cada vez dominando mais...

 

A GRANA DA PUC FOI EMBORA?

Ainda sobre a compra por 20 milhões de reais, do prédio do Hotel Vila Rica para ser transformado na Faculdade Católica de Rondônia: o dinheiro veio dos cofres da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, a PUC/RS, uma das melhores e mais sólidas instituições universitárias do país. Quando o martelo foi batido, ou seja, que o negócio foi oficializado, houve comemorações intensas na sede da Faculdade Católica, porque se consolidava, com ele, a extensão de um braço importante da PUC/RS, que tem também como alvo expandir-se para a região norte. E ainda a um preço muito menor do que se imaginava. Poucos dias depois, contudo, as comemorações se transformaram numa enorme dor de cabeça: engenheiros contratados para avaliar e estudar as mudanças que precisariam ser feitas no prédio, para transformá-lo num educandário, disseram que esse plano é impossível. Caso fosse seguido o projeto original de transformar cada quatro apartamentos numa sala de aula, a estrutura do prédio poderia ser afetada. Agora, já com o valor do negócio pago e o prédio transformado num verdadeiro elefante branco, o comando da PUC gaúcha e da Faculdade Católica rondoniense estão analisando outras alternativas. Até agora não havia notícias sobre uma saída para o imbróglio!

 

ENGENHEIRO DIZ QUE HÁ SAÍDA

Não é, contudo, o que pensa o engenheiro e especialista em segurança do trabalho, Claudio Vidal, personagem muito conhecido no seu meio profissional e na história de Porto Velho. Ele contesta totalmente a informação de que não há solução da engenharia para o problema no Vila Rica. “A engenharia evoluiu muito, tanto quando evoluiu a medicina. Há poucos anos, por exemplo, quem poderia dizer que tratamentos cardíacos, agora tidos como simples, salvariam tantas vidas? O mesmo está acontecendo com a engenharia. A evolução é óbvia e notória. Em situações em que se imaginava que não há como resolver, encontra-se respostas que não se pensava há pouco tempo”, sublinha ele. Claudinho, como é chamado pelos amigos, vai mais longe: no caso do Vila Rica, segundo ele, podem haver várias alternativas. Nos locais onde a retirada das paredes significariam riscos, a colocação de pilastras, por exemplo, seria uma alternativa. Ele não quer se aprofundar no assunto, porque acha que tem que ser acionado um novo caminho: a Engenharia Diagnóstica. Aliás, cursos dessa especialização já estão sendo realizados também em Porto Velho. Enfim, para o experiente engenheiro, o caso do Vila Rica jamais pode ser dado como perdido. É uma porta que se abre, num negócio que, até agora, só tinha trazido más notícias aos novos donos do hotel ,que eles querem transformar numa Universidade. .

 

FACTOIDE OU CASO SÉRIO?

Factoide ou um assunto para se levar a sério? O advogado Caetano Neto, que também faz às vezes de radialista num programa de grande audiência da Rádio Rondônia (Rota Policial) protocola pedido de impeachment contra o governador Marcos Rocha, nesta segunda, 1ª de abril. Apesar da coincidência da data, a notícia é verdadeira. Basicamente, Caetano afirma que o Governador do Estado cometeu crime de responsabilidade, por ter nomeado presidentes de autarquias sem que eles fossem aprovados pela Assembleia Legislativa. Para o advogado, todas as nomeações da administração indireta, têm que passar pela Assembleia, segundo norma constitucional do Estado. Caetano pede, em documento protocolado na Assembleia, que todas as nomeações sejam suspensas e que os deputados abram um processo de cassação contra Marcos Rocha. Deve-se levar a sério um pedido desses? Para o advogado, não há dúvida do crime cometido. Para alguns deputados com que o colunista falou nessa segunda a tarde, o assunto não deve prosperar. Mas tudo vai depender muito da decisão do presidente Laerte Gomes e a Mesa Diretora. Vamos ver no que vai dar essa tentativa de cassar o mandato do recém empossado Governador do Estado. Para não ficar em cima do muro, a coluna aposta suas fichas: não vai dar em nada. 

 

ALTA ROTATIVIDADE NAS CADEIAS

Mais uma fuga nos hotéis de alta rotatividade de Rondônia, também conhecidos como presídios. No domingo à noite, nada menos do que 28 presidiários conseguiram fugir. Sair das cadeias no Estado é realmente uma moleza. Não há sistema que funcione. Parece que os detentos são convidados a se retirar das cadeias, tal a facilidade com que conseguem escapar. E isso já vem acontecendo há longo tempo, embora a situação tenha piorado nos últimos meses. A  população fica apavorado, porque alguns dos presos são extremamente perigosos e estão dispostos a tudo, para não voltar para trás das grades. Saem, assaltam, roubam e, se pressionados, matam também. O que surpreende nisso tudo é que a Secretaria de Justiça do Estado se limita a divulgar relações de presos foragidos. Não comenta sobre as fugas ,não fala sobre a enorme facilidade com que os presidiários conseguem escapar. Há alguma investigação do Ministério Público, da Polícia, enfim de alguma autoridade, que possa ao menos apontar o dedo sobre de quem é a culpa para essa passagem rotativa de presos por nossas prisões?  Até agora, tudo é tratamento, ao menos publicamente, como se tudo o que está acontecendo nas nossas cadeias fosse coisa normal. Obviamente não é. O que está acontecendo, por trás de tudo isso? Perguntas não faltam. O que faltam são respostas.

 

PERGUNTINHA

Você acha que é normal o tipo de cobertura totalmente crítica, da grande imprensa brasileira sobre a recém iniciada administração de Jair Bolsonaro ou considera que não há a mesma imparcialidade que havia no começo dos governos de Lula e Dilma Roussef?

 

 

 

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