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Tem os que vivem reclamando, atrás de mesas confortáveis e salas no frio do ar condicionado. Tem os que realmente não vão para frente, por estarem de tal forma vampirizados pelas criminosa cobrança de impostos, vinda de todos os estágios de governos, que não conseguem se mexer. Tem os que se arrependem todos os dias por terem decidido se tornar empresários e empreendedores. E tem gente como César Cassol! Esse é um tipo de empresário diferente, que vive de criar negócios, de dar duro para que eles se tornem viáveis; de buscar alternativas para driblar os governos vampiros e as crises que se sucedem na economia brasileira. Aliás, toda a família vem de uma  sequência de sucessos. O irmão dele, Ivo Cassol, foi governador por dois mandatos e um como senador. A irmã, Jaqueline, é deputada federal eleita. O pai, Reditário, foi prefeito, deputado e senador. César é dessa turma, mas acresça-se a ele o tino especial para os negócios. Suas pequenas hidrelétricas, no interior do Estado, são um sucesso absoluto. Agora, ele luta para que possa vender sua energia também para consumidores comuns, o que hoje a legislação impede. Quando puder, conseguirá entregar uma energia, nas residências,  pelo menos 30 por cento mais barata do que lhe é cobrada hoje. Depois, outro sucesso: no ramo de produção de calcário, criou uma usina que hoje é referência para toda a região, ajudando na recuperação de terras deterioradas e improdutivas e socorrendo grande número de produtores, para que possam plantar, colher e faturar. O próximo passo foi expandir seus negócios para a Bolívia, unindo o útil ao agradável. Ou seja, usando seu calcário, conseguiu transformar áreas até então não utilizadas na agricultura, em altamente produtivas. Comprou uma imensa área no lado boliviano, no distrito de Beni e ali começou uma enorme e muito bem sucedida plantação de soja e milho, trazendo aos nossos vizinhos a perspectiva de, com o uso do calcário, transformar áreas antes improdutivas em altamente agriculturáveis.

Para conquistar esse novo mercado,  César também foi uma espécie de Relações Públicas internacional. Relacionou-se com produtores e  autoridades bolivianas, trouxe grupos deles para que pudesse explanar, aqui em Rondônia – especialmente na sua cidade, Rolim de Moura – todo o potencial que poderia ofertar aos vizinhos. Seus encontros com os agora parceiros tiveram resultados excepcionais. Ele é visto, do lado de lá da fronteira, como uma espécie de salvador da Pátria, o que abriu caminhos para que a Bolívia, num dos seus distritos mais pobres, começasse a se transformar. Enquanto a maioria dos empresários e empreendedores se apavora com a sequência de crises – e alguns o fazem com toda a razão – o empresário de Rolim  usa as dificuldades para crescer. Tomara que sirva de exemplo aos que, empreendendo, vêem mais as coisas pelo lado negativo e pela falta de perspectiva, do que pelo lado positivo, onde os obstáculos podem servir de trampolim para crescer. Pergunte ao César Cassol como fazer. Ele sabe.

 

 

AUMENTO DA ENERGIA: A BATALHA CONTINUA

Depois do Carnaval, a questão das contas de energia em Rondônia volta à pauta. Há duas linhas de atuação. A primeira é pública e envolve Governo, Assembleia Legislativa,  toda a bancada federal, liderada por Lúcio Mosquini, o deputado federal que vem de Jaru; entidades empresariais e de direito dos consumidores. A outra é menos barulhenta, mas com chances de ter algum resultado. E envolve a alta cúpula do governo Jair Bolsonaro e pode ter até a mão do próprio Presidente, em determinado momento. Esse trabalho está sendo feito em sigilo e quem o lidera não comenta o assunto, inclusive alegando que não há novidades e que não se sabe se haverá. O caso é grave, pela violência do aumento no bolso do consumidor rondoniense (para as residências, 25,5 por cento; para as empresas, 27,5 por cento e mais um outro reajuste para os próximos dias, de 5 por cento sobre tudo isso) e as reações, em todo o Estado, devem se ampliar a partir de agora. A maior pressão está sendo feita sobre a Aneel, que frustrou todas as tentativas de mudança na sua decisão de autorizar o tenebroso aumento. O próprio Judiciário tem sido renitente. Ao menos duas decisões, em ações contra o abusivo reajuste,  propostas por rondonienses, já  foram negadas pela Justiça Federal. Mas ninguém desistiu Como diriam os petistas, “a luta continua, companheiro!”

 

SEM VOOS, POR ENQUANTO

A economia dos gastos do governo do Estado, ao menos por enquanto, é uma ação conjunta de todos os setores e que atinge também o gabinete do Governador. Uma das decisões, neste momento, é que Marcos Rocha optou por não viajar pelo Estado, pelo alto custo das aeronaves. Ele mesmo faz a conta: um avião custa hoje, na melhor das hipóteses, algo em torno de 4 mil reais a hora. Obviamente que a cobrança é sobre o voo e sobre as horas paradas. Uma viagem do Governador nunca é tão rápida, porque ele quer falar com a população e a população quer falar com ele. Então, numa viagem de cerca de seis horas, incluindo todas as paradas, o custo de seria de mais ou menos 24 mil reais, calculando-se pelo mínimo. Rocha  calcula que, com esse dinheiro, o Governo consegue transportar muitos doentes e pessoas que necessitam de hemodiálise, por exemplo, em quatro voos de ida e volta num só dia. Ele confessou que está com muita vontade de andar pelo interior, ouvir as lideranças e  população, mas que não seria produtivo ir de carro. E as viagens aéreas, ao menos por enquanto, estão canceladas, por economia. A partir de meados de abril ou início de maio, quando houver um quadro mais claro de como estarão as finanças do Estado, essas viagens poderão ser retomadas. Mas...

 

TEM QUE TER CHEIRO DE POVO

Maquiavel já escreveu, em livros e tratados, que o governante tem que ter sempre o povo ao seu lado. Foi uma das lições que ensinou, através dos seus conselhos a algumas das mais importantes figuras da poderosa região que hoje é a Europa, no final do século 15 até meados do século 16.   A experiência ensina que não tem jeito melhor para ter o povo como aliado, do que estar perto dele. Por isso, a decisão do governador Marcos Rocha em não viajar pelo Estado, pode ser uma faca de dois gumes. Num lado, há sim uma economia que, ao final de alguns meses, pode ser  significativa. E é. Mas de outro, se afasta do cheiro do povo, do conhecimento do dia a dia das regiões da terra que governa; do contato com lideranças empresariais, políticas e sociais, que podem muito bem ajudar a governar, pelas informações que prestam, pelas reivindicações que apresentam, pelo envolvimento que têm com o Estado. Além disso, é notória a necessidade de estar perto do povão, sentir o cheiro dele e ser cheirado por ele (claro que no sentido figurado, para quem faz de conta que não entendeu a ilação!). Enfim, Rocha está numa cruzada contra a gastança, mas pode economizar em muitas outras coisas, como, aliás, tem feito. Pode até reduzir as viagens, eventualmente. Mas cortá-las totalmente pode ser uma decisão que o afete não só como governante, mas também como pessoa, já que ele gosta de estar no meio da sua gente. Um conselho? Repense essa questão, Governador!

 

INIMIGOS NA TRINCHEIRA

Tem inimigo na trincheira! Dentro do governo, há suspeita de que informações confidenciais, meias informações (ou seja, de coisas que sequer foram realizadas, mas eram apenas rascunho); de projetos de gastos que não foram feitos e outras questões que podem prejudicar a administração, estão vazando para adversários e parte da imprensa. Um dos documentos que circula é o rascunho de uma mídia, ainda do ano passado (quando do governo de Daniel Pereira), que chegou a alguns grupos, pelas redes sociais, informando que eram gastos do atual governo e que seriam incorretos. Como tais documentos, entre muitos outros,  têm circulação restrita, já que não são oficiais, mas apenas rascunhos, fica clara a intenção de gente das entranhas dos órgãos oficiais, em tentar atingir o novo Governo, que assumiu há pouco mais de dois meses. O assunto, aliás, já está na pauta de alguns dos assessores de Marcos Rocha, preocupados com o problema. Pelo menos uma fonte suspeita de estar divulgando informações falsas, desencontradas ou ainda incompletas, já teria sido detectada.  Gente muito próxima ao gabinete do Governador confidenciou, no final de semana, que serão tomadas medidas duras contra esses informantes que se utilizam ilegalmente de seus postos, para divulgar informações de forma incorreta. Vamos ver se isso vai dar...

 

HILDON, LÉO E VINICIUS: TRIO PARA 2020

Passado o carnaval que é, como se diz país afora, a verdadeira época em que o ano começa de verdade, as questões políticas vão começar a esquentar um pouco mais. O número de candidatos a candidatos à prefeitura e Porto Velho continua crescendo. Muitos deles estão apenas no rol dos que “só se for um milagre!”, mas há outros que têm sim, chances reais. Entre os que, caso a eleição fosse hoje, certamente disputariam a cadeira de Prefeito, está um trio poderoso de votos na Capital: Hildon Chaves, que vai sim à reeleição; o deputado federal Léo Moraes e o professor e advogado Vinicius Miguel. Hildon tem ainda dois anos para consolidar seu governo, embora já tenha feito, até agora, pelo menos dez vezes mais que seu antecessor, Mauro Nazif, mas ainda tem sérios problemas a resolver. Léo Moraes tem a vantagem de estar no Congresso e não precisar enfrentar os pedidos de solução para os problemas da cidade, como a população exige de Chaves. Já o jovem professor Vinicius Miguel é uma espécie de fenômeno eleitoral em Porto Velho. Fez a maior votação entre todos os candidatos ao Governo e tem sido instado, todos os dias,  por grande número de pessoas, a ser candidato em 2020. Ele será. Ou seja, os três saem na frente na corrida pela Prefeitura. Podem surgir surpresa? Claro que sim. A disputa ainda está muito longe e tudo pode mudar até lá.

 

O RIO VOLTA A ASSUSTAR

Pelos lados da Prefeitura, a enchente na Capital – a segunda de grande porte, em menos de cinco anos – causa grande preocupação. A equipe do prefeito Hildon Chaves se mobiliza para tentar amenizar a série de problemas que estão sendo sentidos na cidade e dos muitos outros que ainda virão. O primeiro prejuízo já foi detectado: o rio Madeira já saiu do leito na região da Praça Madeira-Mamoré e começa a atingir o prédio que abriga peças do museu da EFMM e outras áreas. Também impedem, ao menos por em quanto, que prossigam as obras de revitalização da área, que estão andando, embora ainda lentamente. Já existem famílias flageladas, ou seja, desabrigadas. O transbordamento de rios da Bolívia, que desaguam no rio Madeira, pode ainda piorar a situação nos próximas dias e nas próximas semanas. Por enquanto, a previsão é de que o Madeira não atinja os mais de 19 metros que atingiu em 2014, mas mesmo assim a preocupação é grande, já que faltam cerca de um metro e meio para o recorde de cinco anos atrás. Grande preocupação em todos os setores. O governo do Estado também está mobilizado. Domingo pela manhã, uma reunião nos bombeiros, com a presença do Governador, organizou uma série de ações para atender os desabrigados.

 

PERGUNTINHA

O que você achou da decisão do PT, anunciada por sua presidente Gleisy  Hoffmann, de processar um dos policiais federais que levaram Lula ao enterro do neto, porque ele é partidário declarado de Jair Bolsonaro e porque usava um símbolo da SWAT americana no uniforme?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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