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O assunto chegou ao conhecimento do governador Marcos Rocha através desse Blog, segundo ele mesmo contou a um grupo de empresários e empresárias que recebeu na manhã desta quarta, em seu gabinete, para tratar da recuperação da Estrada do Belmont. Do encontro participaram também os deputados José Lebrão e Eyder Brasil, além do chefe da Casa Civil, Pedro Pimentel e o Coronel Erasmo Meirelles, o novo comandante do DER, responsável, a partir de agora, pelas obras públicas do governo rondoniense. No resumo: 28 empresas estão instaladas na área do Belmont (são mais de 50, caso se conte as atividades indiretas), todas elas ligadas à distribuição de derivados de petróleo, incluindo-se aí a gigante Ipiranga, apenas para se dar um exemplo. Reunidas, elas pagam, todo o mês mais de 80 milhões de reais em ICMS, alguma coisa próxima a 1 bilhão por ano ou um oitavo de todo o orçamento do Estado para 2019. E, reunidas, estão prestes a se mudarem para o Amazonas, devido ao abandono da Estrada do Belmont e aos enormes prejuízos que a estrada, abandonada pelo poder público, representa para todas elas. Durante quase uma hora, os representantes da empresa, através de um dos seus porta vozes, Willam Araújo, da Amazônia Navegação, apresentaram ao governador e demais autoridades no encontro, a situação incrível da estrada e as alternativas para que ela seja. Finalmente, transformada numa rodovia decente.

Marcos Rocha determinou ao Coronel Meirelles que apresse estudos, faça parceria com a Prefeitura de Porto Velho (que, ao que consta, é a verdadeira responsável pela Estrada, que não é estadual), busque alternativas e faça um planejamento para execução da obra, que, para o Governador, tem que ser tratada como prioridade. O diretor geral do DER afirmou que vai em busca de soluções e o governo terá que disponibilizar algo em torno de 27 milhões de reais (e não apenas oito milhões, como previam, inicialmente, alguns empresários), para resolver todo o pacote de obras, para, enfim, tornar a Belmont uma Estrada viável, para o escoamento da produção que é distribuída a partir dela. Há diferentes alternativas para que a obra seja realizada, mas o trabalho depende também do Município, que terá que agir em parceria com o Estado, para que tudo possa ser feito dentro da legalidade. Os empresários saíram do encontro animados, imaginando que, desta vez, finalmente, uma promessa de governo em relação à Belmont será cumprida, o que acabaria com o risco de perdermos essa fortuna em ICMS, caso todas se mudassem para nossa vizinha Humaitá, no Amazonas. Vamos ver se, dessa vez, a obra sai mesmo!

 

 


NÃO É OPOSIÇÃO AO GOVERNO

Um importante deputado que faz parte do grupo liderado por parlamentares como Laerte Gomes, Alex Redano, Jean oliveira, entre vários outros, que está compondo uma chapa para disputar a presidência da Assembleia, disse à coluna que “não somos oposição ao novo governo. Essa é uma informação falsa. Vamos sim apoiar o governador Marcos Rocha, democraticamente eleito pela grande maioria do povo rondoniense e ajudá-lo a fazer uma Rondônia cada vez melhor”. O parlamentar, porta voz do grupo, mas que pediu que seu nome não fosse divulgado, já que estaria falando em nome de todos os seus companheiros e não apenas no dele, diz que alguns setores estão tentando criar uma situação que não existe. “A eleição já terminou, o povo escolheu o Governador. Nosso grupo, caso vença a eleição na Assembleia, vai apoiá-lo em todas as questões que forem importantes para o Estado. Não há nenhum sentimento de oposição na nossa chapa”, destacou. As conversações para a eleição do presidente da Casa e para a Mesa Diretora estão em andamento. Não se exclui a possibilidade de uma chapa de consenso.

 

JODAN NEGA EYDER

Aliás, no contexto da disputa, pode-se dizer que tenha esfriado a candidatura do néo deputado Eyder Brasil. O único do PSL, partido do governador Marcos Rocha. Nessa semana, uma importante fonte palaciana disse que o Governador teria dito, em conversas informais, que Eyder não é o candidato oficial Palácio Rio Madeira/CPA, mas apenas que ele teria o direito de disputar, como qualquer outro deputado e de almejar a presidência da Casa. Já o vice governador Zé Jodan (que tem sim, voz ativa no novo governo!), em entrevista à imprensa em Vilhena, afirmou que não há nome confirmado nem escolhido para ser o representante do governo na disputa. Disse textualmente que Eyder “não é o nome” e citou que um candidato muito viável, na sua opinião, seria o deputado José Lebrão. Jodan disse que o novo governo vai sim se envolver na disputa pela Mesa Diretora, mas no sentido de que tenhamos uma Assembleia transparente, “como querem os deputados e todo o povo rondoniense”. Ou seja, já há bandeiras brancas dos dois lados...

 

“DÁ UM BEZERRO E DEVOLVE UMA BOIADA”!

Nesta terça pela manhã, durante encontro com empresários sediados na Estrada do Belmont, o governador Marcos Rocha relembrou duas histórias que deixam bem clara a sua forma de enxergar a política e o financiamento de campanha. A primeira ocorreu ainda no primeiro turno, quando um grupo de empresários de Porto Velho se uniu para arrecadar fundos, querendo ajudar na campanha do então candidato, que estava recém aparecendo nas pesquisas. Ele soube da notícia quando estava numa carreata no interior. Um porta voz do grupo que iria fazer a doação perguntou o número da conta em que o dinheiro deveria ser depositado. Rocha mandou o recado: agradeceu, mas não queria um só centavo. Depois, no segundo turno, outra doação de 300 mil reais, para ajudá-lo na reta final da campanha, também não foi aceita pelo então candidato. Ou seja, em poucos dias, ele abriu mãos de 1 milhão e 100 mil reais em doações, todas legítimas e legais. “Decidi que ou ganharia a eleição só com o apoio do povo, sem dinheiro ou que então preferia não ganhar”, comentou. O deputado Lebrão, presente ao encontro, chegou a brincar: “ao aceitar um bezerro, depois de eleito tem que devolver uma boiada”. Marcos Rocha, por suas decisões, não precisa devolver nada a ninguém.

 

UM EX GOVERNADOR NO SEBRAE

Dia de troca de comando no Sebrae. Saiu o competente Camata Júnior, que fez um bom trabalho nos seus dois anos à frente da entidade e assumiu o ex governador Daniel Pereira, eleito pela unanimidade dos eleitores (entidades e instituições que têm direito a voto), para comandar o órgão. A posse foi nessa terça à noite, na Capital. Daniel assume com a missão de dar novos passos adiante no envolvimento de um órgão que tem crescido muito no Estado e apoiado às pequenas empresas, com uma série de avanços. Perto de 95 por cento das empresas rondonienses ou são micros (em sua grande maioria) ou pequenas. Por isso é importante que o ex Governador aproxime o Sebrae do Sindicato das Micros e Pequenas Indústrias de Rondônia, Simpi, porque essa parceria pode resultar em excelentes resultados para o setor. Nos últimos anos, os dois órgãos, que têm os mesmos objetivos, não têm falado a mesma linguagem, seguidamente. Autoridades de todos os setores prestigiaram a posse de Daniel Pereira, que há exatas duas semanas passou o Governo do Estado ao seu sucessor.

 

A NOVA CASA DO POVO

Na próxima semana, será inaugurado oficialmente o novo prédio da Assembleia Legislativa, a Casa do Povo. Na terça, dia 22, a nova sede do parlamento estadual deve ser aberta com solenidade festiva e uma sessão extraordinária, já convocada, que será a primeira e a última da atual legislatura, já que a próxima, em 1º de fevereiro, será realizada na Casa de Shows Talismã e marcará a posse dos novos deputados, assim como a eleição do novo presidente e da Mesa Diretora da Casa. O novo prédio é uma espécie de presente dado à comunidade pelos atuais parlamentares e principalmente pelo presidente Maurão de Carvalho, que se despede do parlamento depois de cinco mandatos. A obra, a um custo aproximado de 100 milhões de reais, está localizada no coração administrativo da Capital, próximo ao Palácio Rio Madeira/CPA; ao Tribunal de Justiça e vários outros organismos que compõem a estrutura do Poder na Capital rondoniense. Há quem reclamasse da obra, pela grandeza e pelos gastos, alegando que o dinheiro poderia ter sido usado para finais sociais, por exemplo. Pura desinformação. Os recursos foram aplicados corretamente e saíram do orçamento da Assembleia. Só com a economia de aluguéis de responsabilidade do Legislativo, a nova casa estará paga em poucos anos.

 

HORA DE CORTAR NA PRÓPRIA CARNE

A decisão está tomada. Foi anunciada pelo governador Marcos Rocha, nesta quarta, na abertura do orçamento de 2019 e reafirmada pelo chefe da Casa Civil, Pedro Pimentel: o número de cargos comissionados no atual governo vai cair drasticamente. Entre fevereiro e março, porque ainda não há definição das datas, a nova administração estadual vai anunciar uma primeira e profunda reforma administrativa. No projeto, que ainda está sendo alinhavado, por ordens vindas do comando geral, serão extintas secretarias, outras serão fundidas ou incorporadas e os orçamentos serão reduzidos. A meta é cortar na própria carne do governo, para que possam sobrar recursos a serem investidos em áreas prioritárias, como saúde, educação e segurança. Os números atuais de cargos estão ainda sendo levantados. O governo anterior falava que haviam não mais que 4.500 comissionados. A turma governista atual afirma que há mais cargos do que isso e que, seja qual for o número final, a meta é cortar pelo menos a metade, nesse e nos próximos anos. Rocha quer que sobre dinheiro para investimentos. E quer tirar de dentro de casa. Agora, é aguardar para ver o que será realmente feito e quando será feito..

 

PERGUNTINHA

Com a publicação da Medida Provisória que facilita o acesso às armas pelos cidadãos de bem, você acha que os bandidos vão contar até dez antes de invadir as casas para praticar os mais terríveis crimes ou que eles não vão temer o risco de enfrentamento?

 

 

 

 

 

 

 

 

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