Nosso Brasil começa a mudar, a partir desse domingo. Tomara que para melhor. O que, aliás, não será difícil: só o fato de termos de nos livrarmos de  uma doença, que nos assolou durante tantos anos, já será um passo à frente. Teremos que dar muitos outros, para a transformação de que precisamos, mas como dizia Confúcio, o chinês, não o rondoniense, “uma grande caminhada começa pelo primeiro passo!” É bom que a gente saiba que não será nada fácil. Os perdedores estão se lixando para o país, como estiveram todo o tempo em que comandaram uma Nação que se tornou pior, em todos os sentidos, graças à roubalheira, a corrupção e a formação de uma poderosa quadrilha, que assaltou os cofres públicos para enriquecer meia dúzia e, o restante, ser usado para a perpetuação no poder. Formaram um grupo que usufruiu do aparelhamento do Estado e das instituições. Então, pelo menos uns 50 mil deles não aceitarão a derrota, que se desenha fragorosa. Aqueles grupelhos de minorias violentas, podem ir às ruas para ameaçar o país. O MST pode tentar inúmeras invasões, querendo criar vítimas para  abalar o novo governo. O PCC já avisou que Jair Bolsonaro, o virtual Presidente, está na sua lista de morte.  O Exército vai ser provocado, achincalhado, chamado para a briga, para que eles possam dizer que o país virou uma ditadura. Não a ditadura deles, que impõem ensino de sexo para crianças a partir dos seis anos, nas escolas, com aval de parte de algumas das nossas instituições mais sérias; não a ditadura que colocou as universidades públicas no rol da baderna e da péssima qualidade do ensino, porque nelas o que se ensina é ideologia; não a ditadura que encheu de dinheiro os bolsos de “cumpanheiros” comunistas em vários países e nos deixou 14 milhões de desempregados. Eles temem é a ditadura do povo e da verdade. Neste domingo, o Brasil, em sua grande maioria, vai dar adeus a essa gente.

É bom, contudo, que todas as pessoas de bem fiquem atentas! Eles vão fazer de tudo para não perderem o que conquistaram, com o discurso do engano e da mentira e, depois, com uma política putrefata que jamais foi em benefício real do nosso país. E com pesquisas fajutas. Não vão querer largar as boquinhas, o dinheiro fácil, os carguinhos, aos milhares, que aparelharam o Estado e centenas de instituições. Não vão aceitar o fim de ministérios onde estão pendurados, aos quilos. E nem aceitarão privatizações, onde jorra o dinheiro dos otários que pagam os mais pesados impostos o mundo, para sustentá-los. Eles passaram três décadas fazendo a cabeça dos jovens, que agora estão encastelados em seus cargos, muitos por merecimento, mas a maioria por encosto político. Todos, de uma forma ou outra, têm compromissos com esse passado nefasto e recheado de mentiras e enganações. É por tudo isso que os brasileiros de bem terão que estar juntos, ao lado do novo Presidente. Porque vão tentar de tudo para tirá-lo do poder. Estamos dando só um passo. Faltarão outros mil, para sairmos do inferno que eles nos enterraram. Eles não! (Sérgio Pires)

 

 

 

 

EXPEDITO OU MARCOS ROCHA?

Claro que o segundo turno da eleição também será importante para o rondoniense, que vai eleger seu novo Governador. Quem sentará na cadeira de Daniel Pereira, a partir de 1º de janeiro? Todas as três pesquisas feitas até agora por grandes institutos (Ibope e Real Time Big Data), deram grande vantagem ao Coronel Marcos, do PSL. Se elas estiverem certas ou ao menos perto do que pensa mesmo o eleitor, Rocha será eleito. Nos últimos dias, contudo, a campanha tucana se intensificou. Foram realizados pelo menos quatro debates, o último (na TV Rondônia/Globo, na sexta), bastante agressivo. Os partidários de Marcos Rocha, embasados nas pesquisas e no fenômeno que Jair Bolsonaro representa, não têm mais dúvida de que a eleição está decidida. O conselho que se pode dar é que não subestimem a força eleitoral de Expedito Júnior. No primeiro turno, ele teve quase 241 mil votos, perto de 55 mil a mais do que seu oponente. São números que não se podem desprezar. O Coronel, indicado por Bolsonaro, tem vantagem? Claro que tem, pelo que representa seu padrinho político e pelo povão, que quer ir com o parceiro do “Mito”. Mas Expedito tem história e certamente não entregará os pontos, sem muita luta. O que se espera é que o eleitor rondoniense vote consciente e que escolha o melhor, seja quem for. Temos tido bons governadores nos últimos tempos. Não podemos retroceder. Temos que ir em frente. Que as urnas nos deem  o melhor para comandar essa terra abençoada!

 

NOSSO HINO NA PARECIS FM

Será mais um domingo tenso, de acompanhamento das notícias, do voto, dos eventuais problemas, das informações que possam facilitar a vida do eleitor. Por isso, a partir das nove da manhã deste domingo, o rondoniense poderá acompanhar todo o desenrolar das eleições, no Estado e em todo o país, através de programa especial da Rádio Parecis FM, que começa às nove da manhã e só termina por volta das dez da noite. Beni Andrade comanda, pela 19ª vez, toda a cobertura das eleições, que tem como fundo uma das mais lindas músicas que se pode ouvir: o Hino de Rondônia. Já é tradição os milhares de porto velhenses e rondonienses, que acompanham a emissora por suas afiliadas no interior ou pelo aplicativo na internet, ficarem bem informados sobre tudo o que vai acontecer nesse dia decisivo para nosso Brasil e também para Rondônia, pela emissora que lidera a audiência em vários horários. Os Dinossauros Domingues Júnior, Everton Leoni, Jorge Peixoto e Sérgio Pires também participam da cobertura especial. Portanto, a partir das nove da manhã, fique de ouvidos atentos na Parecis FM!

 

SAINDO DE CABEÇA ERGUIDA

Sempre polêmico, o empresário Reditário Cassol, pai do senador Ivo Cassol, se despediu do Senado nesta sexta, depois de quatro meses de mandato. Ivo vai reassumir o posto na semana que vem, para concluir seu mandato que termina em 1º de fevereiro próximo. Ao se despedir do posto e da vida pública, Reditário, aos 82 anos, enfatizou que a classe política precisa retomar a credibilidade junto à população brasileira. “Espero que os novos eleitos façam a diferença. Quero dizer que aos 82 anos e com mais de 30 anos de vida pública, não há nada que desabone minha conduta, nunca fui acusado de corrupção. Sempre atuei em defesa do povo do Brasil”. Destacou ainda, depois de resumir sua trajetória política,  que ocupou cargos de prefeito, vereador, deputado estadual, deputado federal e senador. O parlamentar fez um agradecimento a família e ao povo de Rondônia. “Despeço-me do Senado e da vida pública com a cabeça erguida e o sentimento do dever cumprido. Quero fazer um agradecimento especial a minha família, meus oito filhos, 15 netos e 16 bisnetos e também a minha mulher Lídia”.

 

PUXÃO DE ORELHAS

Antes de sair, contudo, o agora ex senador deixou alguns projetos, como sempre tão polêmicos como ele. Lembrou que há sete anos aguarda a análise de propostas de sua autoria. Entre eles, a que altera o Código Penal para punir com mais rigor criminosos, principalmente os reincidentes. Também sublinhou outro: o de número 542/2011, que  aumenta os prazos para progressão de regime; acaba com o direito de saída temporária para os condenados a crimes hediondos e propõe o fim do chamado auxílio-reclusão, pago aos dependentes do segurado do INSS que estiver na prisão. “Nós temos que produzir mais, discutir projetos, debater medidas importantes para o país como a reforma tributária e a geração de empregos”, salientou. Deu uma espécie de puxão de orelhas, pedindo que os políticos trabalhem mais e recolheu os flaps, depois de uma vida inteira dedicada a um trabalho na vida pública, da qual se retira com um currículo ilibado.

 

TOFFOLI  E AS OBRAS PARADAS

Já que, em muitas coisas,  quem governa o país hoje na realidade, é o Judiciário, o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, promoveu uma reunião para se discutir as milhares de obras paralisadas no país. Os números são incríveis. No encontro, o presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Raimundo Carreiro, disse que só na saúde e educação,  foram identificados 39.894 contratos de obras, dos quais 14.403 são de obras paralisadas ou inacabadas. Isso significa que 144 bilhões de reais deixam de circular na economia e de gerar empregos. Na área de educação, dentre as 2.218 creches da pré-escola projetadas, 400 estão paralisadas e 1.818 estão inacabadas ou em andamento. Na área da saúde, das 3.074 Unidades Básicas de Saúde (UBS) projetadas, 192 estão paralisadas e 2.882 estão com obras inacabadas ou em andamento. Quanto às Unidades de Pronto Atendimentos (UPAS), das 169 mil projetadas, 165 mil estão andando, 4 mil  paralisadas. Zero prontas. Na grande maioria dos casos, as obras foram paradas por ações na Justiça ou determinação dos tribunais de contas. Participante do encontro, o ministro da Educação, Rossili Silva, resumiu a indignação: “Ora, se houve algum prejuízo ao Erário, que se puna os responsáveis, mas não a população. A entrega dessas obras tem que ser uma prioridade para o Brasil”! Como sempre, nada foi decidido...

 

POLÍTICA SIM, DINHEIRO NÃO!

Uma das grandes dificuldades que os parlamentares rondonienses enfrentam para que suas emendas sejam utilizadas, é a falta de projetos das Prefeituras. E, mais que isso, é a má vontade de alguns prefeitos em utilizar verbas vindas de eventuais adversários políticos. Ou seja, o parlamentar trabalha, dá duro, consegue ser recebido por autoridades federais, consegue o mais difícil, que é a liberação dos recursos que vão ajudar a população de determinado município, mas, muitas vezes por picuinhas políticas, a grana retorna, sem ser usada. Vários deputados têm comentado o assunto. Um dos casos foi denunciado pelo deputado não reeleito, Lindomar Garçon, em relação a Candeias do Jamari. O mesmo foi dito pela deputada reeleita Mariana Carvalho, durante entrevista ao programa Papo de Redação, nesta sexta. Ela lembrou que muitos recursos foram perdidos pela Prefeitura de Porto Velho, nos seus primeiros dois anos como deputada, porque o então prefeito Mauro Nazif  a tratava como adversária e não usava o dinheiro liberado por suas emendas. Isso se repete em outras cidades. Não é possível que essa mentalidade continue.

 

PERGUNTINHA

Você acredita que os eleitos nesse domingo, tanto em nível de Brasil quanto em Rondônia, vão conseguir melhorar a vida dos brasileiros e dos rondonienses?

 

 

 

 

 

 

 

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