É estranha a campanha do candidato do PT à Presidência. Ele não é ele. É o outro, mas com o nome dele, mas é o outro que coordena tudo de dentro da cadeia. Depois, os temas são doces, como por exemplo, a grande preocupação com a compra de alimentos orgânicos para a merenda escolar. Fernando Haddad não fala em ideologia de gênero; não comenta o ensinamento de sexo para crianças a partir dos seis anos; não toca na Venezuela (nem uma palavra); nada sobre a roubalheira da Petrobras; a Lava Jato e a série de prisões dos seus companheiros e muito menos na sua incompetente passagem pelo Ministério da Educação e pela Prefeitura de São Paulo. Mesmo assim, soft e dócil tal um cãozinho de madame, em apenas uma semana saltou, nas pesquisas incríveis do Ibope, de números pífios para uma campanha vitoriosa, inclusive com a certeza que ganhará de Jair Bolsonaro, se ambos forem para o segundo turno. Enquanto seu principal adversário se recupera no hospital de uma facada criminosa, que, aliás, parece que não aconteceu (onde estão os membros da Comissão de Direitos Humanos da ONU, que não exigem que o caso seja esclarecido?), o PT aciona o que preparou durante longos anos: as instituições aparelhadas, em todos os níveis, incluindo as redações da grande mídia tomada pela esquerda, que esqueceram a notícia e se transformaram em propagandistas ideológicas. E nas grandes universidades, onde o ensino é decadente e onde o direito de fumar maconha se sobrepõe às questões do ensino e da formação. Toda a encenação do “candidato bonzinho” vem junto com discursos orientados do xilindró, para que parte do eleitorado que não conhece a realidade, que não consegue analisar tudo o que está se passando e o perigo que vem por aí, seja cooptado pelo engano e pela malandragem. Até a eleição o tipo de conversa é um. Depois dela, é a troupe à la Maduro chegando com tudo! Pobres coitados os que caem nessa conversa! Estão ajudando a empurrar o Brasil para o abismo.

Somos um país onde o aparelhamento de grande parte das instituições nos coloca sob o domínio do medo. O candidato Jair Bolsonaro, aliás, em entrevista que concedeu à Jovem Pan, do hospital, disse com todas as letras que quem está cuidando do seu caso, na Polícia Federal, parece querer concluir que o criminoso que o atacou agiu sozinho. Quem achar que o texto está incorreto, que ouça essa e outras declarações dadas diretamente do hospital. Vai se assustar! Haddad representa o retrocesso, a comunização, a venezualização. Mas, ao invés de mostrar quem realmente é e o que significará uma eleição sua, prefere vender ideias infantis e populistas. Quem não o conhece (e aos seus semelhantes) o compra. Bolsonaro ao menos não é mentiroso. Pode-se não concordar com ele e não gostar dele (e milhões de brasileiros estão nesse grupo), mas quem votar nele, saberá o porquê de o estar fazendo. Já Haddad é um boneco de ventríloquo, que representa Lula. E Lula é o maior perigo para nosso país. Perigosos, pois, são Lula e seu boneco!

 

 

 

COSTURAS PARA O SEGUNDO TURNO

O quadro da sucessão estadual, a partir da decisão do STF, contra o senador Acir Gurgacz, certamente terá alguma mudança. Como ele está concorrendo sub judice, dependendo ainda de uma definição do TSE sobre se sua candidatura terá validade ou não, Gurgacz mantém a campanha, mas numa situação vulnerável. Seus adversários certamente usarão, contra ele, o argumento de que os votos que lhe serão dados não serão computados, ao menos até a posição final da Justiça Eleitoral. Expedito Júnior e Maurão de Carvalho, os grandes beneficiados com os problemas legais que Acir enfrenta, trabalham com a hipótese concreta de que o senador estará fora do páreo e já começam as costuras para um segundo turno. Acir continua sua dura batalha para que a decisão do TSE, que ele e seus advogados consideraram extremamente injusta. Basicamente, por não terem sido cumpridos todos os passos de uma decisão deste tipo. Protestam também contra o que consideraram como cerceamento da defesa, já que o relator do processo colocou em pauta apenas a posição do Ministério Público, mas não dos advogados de Acir. Ele vai em busca de todos os recursos, mas tem contra si um inimigo poderoso: o pouquíssimo tempo, para tentar reverter a situação.

 

FAMÍLIAS DE PRODUTORES SALVAS

Voltou a razão, o bom senso e o respeito com centenas de trabalhadores rurais, gente simples e que vive da terra. E que seria defenestrada de áreas tornadas como de proteção ambiental, mesmo depois que nelas, durante anos (alguns casos durante décadas), pequenos produtores e suas famílias dali tiram seu sustento. Por iniciativa do Governo do Estado, mas com apoio a ampla maioria dos deputados estaduais, foi aprovado decreto que extingue, como  reserva florestal, a  Gleba Soldado da Borracha, em Cujubim, distrito de Porto Velho, criada pelo Decreto 22.690 de março de 2018, do próprio Governo  rondoniense, quando Confúcio Moura ainda era o comandante geral. Agora, Daniel Pereira acertou com a Assembleia, para que fossem mantidas onde estão as 727 famílias que vivem na área da Gleba Soldado da Borracha, já com título de terra emitido pelo Incra, e mais quase 400 delas trabalhando com plano de manejo. Na hora da votação, 18 deputados foram mais longe: decidiram pela extinção dessa e de outras dez áreas que foram criadas também por decreto. Claro que o assunto ainda vai longe, mas ao menos em nível local e por enquanto, os produtores e suas famílias foram salvos.

 

CASSOL E O SEGUNDO VOTO AO SENADO

Um evento político que não se poderia imaginar, tem ocorrido com frequência nessa campanha política. Ivo Cassol, uma das maiores lideranças políticas do Estado, que está fora da disputa, tem pedido dois votos para seus candidatos preferidos ao Senado. Um, totalmente normal, já que Carlos Magno é seu companheiro de muitos anos e seria seu vice, caso Cassol concorresse ao Governo. O outro pedido de voto é que é surpreendente. Ele pede votos para Valdir Raupp, que durante longos anos foi um dos seus maiores adversários políticos. Num encontro em Porto Velho, nessa semana, com servidores públicos, em que Cassol e Raupp estavam presentes, o ex governador do PP fez questão de creditar o sucesso da transposição de milhares de servidores para o quadro da União (Ceron, Beron, Caerd...), ao trabalho de Raupp. Como em política nada é definitivo, o apoio importante de Cassol certamente tem ajudado o emedebista em sua caminhada. A Carlos Magno, não se tem duvida que ajuda, já que ele saiu de uma intenção de votos muito pequena e já está com chances reais de chegar lá. O apoio a Raupp, contudo, não há como se medir, ainda. Mas que é um fato diferente nessa complexa política rondoniense, não há dúvida.

 

HADDAD CRESCEU 13 PONTOS POR AQUI

Os números não são atualizados, são de alguns dias atrás. Mas, no geral,  seguem a tendência nacional. Segundo pesquisa do Ibope feita em Rondônia, com números divulgados nessa quarta, com atraso, o candidato do PT, Fernando Haddad, que na pesquisa de 22 de agosto passado aparecia com apenas 2 pontos percentuais e era o “lanterna” na preferência dos rondonienses, em pouco mais de 25 dias, saltou para 15 por cento e só perde para Jair Bolsonaro, que continua na liderança com 35 pontos, dois a mais do que a pesquisa do final de agosto.  O levantamento do Ibope foi realizado na semana passada, mas só agora divulgado, Estado por Estado. Marina Silva, que tinha 12 pontos por aqui, caiu pela metade. Tem apenas 6. Ciro Gomes tinha 8, ficou nos 8. Geraldo Alkmin, que tinha 6 pontos, ficou no mesmo lugar. Nos próximos dias, o Ibope vai divulgar novos números, já que realizará uma última pesquisa em Rondônia antes do primeiro turno, tanto para Presidente, quanto para o Governo e para o Senado. Vamos, portanto, aguardar números mais atualizados.  O instituto Real Tome/Big Data, da Record, também fará nova pesquisa, nos próximos dias.

 

SÓ SEIS PONTOS DE DIFERENÇA

Já em nível nacional, o Ibope divulgou nova pesquisa, nesta quarta, agora atualizada, na disputa pela Presidência. Por ela, a distância entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad se mantém em seis pontos. O levantamento ouviu 2 mil pessoas entre domingo e segunda (registro no TSE – BR 04669/2018) e coloca Bolsonaro com 26 pontos, com Haddad chegando aos 21. Ciro é o terceiro, com 12; Alkmin o quarto, com 8; Marina Silva caiu para 6; João Amoêdo tem 3 e Álvaro Dias 2. Haddad, que antes de ser o nome oficial do PT tinha apenas 4 pontos, saltou para 21 em poucos dias, num dos milagres de transferência de votos (no caso, por Lula), como raramente se viu na história das eleições brasileiras. Nas simulações do segundo turno, pelo Ibope, Haddad ganharia de Bolsonaro. Acredite quem quiser! Seria um resultado de 44 para o petista contra 38 para o capitão. Nessa pesquisa, o candidato do PSL ganharia apenas, num segundo turno, da candidata Marina da Silva. Perderia para todos os demais concorrentes do primeiro time. Nela, Bolsonaro também é o que tem maior rejeição: 44 por cento. Haddad é o segundo, mas lá embaixo, com apenas 27 pontos, o mesmo que Marina Silva. A rejeição de Geraldo Alkmin é 19 pontos e a de Ciro Gomes de 16. Deste time da frente, Álvaro Dias é o que tem menos rejeição, pelo Ibope: apenas 9 por cento. Pelo Ibope, Bolsonaro poderia nem chegar ao segundo turno, se formos analisar os números apresentados.

 

UM CONFRONTO DECISIVO

Quando a apresentadora Meiry Santos abrir o debate, nesta sexta, às 17h20, na SICTV/Record, começará, definitivamente, a reta final para as eleições ao Governo de Rondônia. A própria Meiry será uma atração especial no encontro de seis candidatos, já que é a primeira vez na história da TV de Rondônia que uma mulher media um confronto como esse.  No auditório da emissora, cerca de 130 convidados especiais, vão acompanhar o evento muito de perto. No Estado todo, mais de duas dezenas de emissoras afiliadas à SICTV mostrarão o confronto ao vivo. Participarão os seis candidatos que têm representação no Congresso Nacional, num sistema aprovado pela Justiça Eleitoral e seguindo a orientação nacional da Record. Estarão frente a frente, debatendo, falando em propostas, confrontando ideias, Expedito Júnior (PSDB), Maurão de Carvalho (MDB), Acir Gurgacz (PDT), Pimenta de Rondônia (PSOL), Coronel Marcos Rocha (PSL) e Vinicius Miguel (Rede). Durante duas horas e dez minutos os pretendentes ao Governo vão participar do debate na emissora onde, nas últimas eleições, ele tem sido decisivo para definir milhares de votos.  Portanto, olho na TV nesta sexta, a partir do final da tarde!

 

PERGUNTINHA

Você já sabe onde colocou seu Título de Eleitor e lembra a seção eleitoral em que vai exercer seu direito na batalha por transformar nosso país, com a ajuda do seu voto?

 

 

 

 

 

 

 

 

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