É um triste retrato do que passam muitos professores neste Brasil em que menores impunes dominam  as salas de aula, transformando o local em exibições de violência, desrespeito, agressões e até ferimentos graves e mortes, eventualmente. O total desprezo pela escola e pelos professores, em parte de uma geração perdida por não ser cobrada, não conhecer disciplina e respeito, cria cenas inacreditáveis, como a que ocorreu nessa semana na cidade de Rio as Ostras, litoral norte do Rio de Janeiro, onde alunos atacaram, humilharam, destrataram e transformaram a vida do seu professor num verdadeiro inferno. Só vendo para acreditar. Acessando o link  https://g1.globo.com/rj/regiao-dos-lagos/noticia/2018/09/20/video-mostra-professor-sendo-humilhado-e-agredido-em-sala-de-aula-no-rj.ghtml você pode assistir ao vídeo que mostra a forma como vários alunos espezinham seu mestre, a quem deveriam fazer reverência e a quem deveriam tratar com todo o respeito. É algo incrível, demonstrando o que a legislação brasileira fez para desproteger as vítimas e proteger os meliantes. É por isso que não se pode imaginar um governante que defenda esse tipo de marginal e que ache que os jovens são apenas pobres coitados, que não sabem o que estão fazendo, quando cometem algum delito, embora não os considere irresponsáveis para inúmeras ações, como por exemplo, poderem votar depois dos 16. Qualquer brasileiro de bem que assiste a essas tristes cenas, certamente vai ficar indignado. Vai protestar, lamentar e ficará com dor no coração, ao constatar que foram nossos governantes, nossos representantes no Congresso e outros setores importantes da sociedade que criaram essas leis estapafúrdias, que colocaram menores como autoridades e suas vítimas apenas como seres de segunda categoria.

Em centenas e centenas de escolas, Brasil afora (inclusive em Rondônia), todos os dias professores são ofendidos, ojerizados, maltratados, humilhados, quando não agredidos covardemente. Este tipo de “dimenor”, que já inferniza a vida dos brasileiros de bem em todas as regiões do  país, entrando por uma porta das delegacias e saindo pela outra, forma um exército de marginais, que comete todo o tipo de delito sabendo que não haverá punição nem perto do correto. Pelo menos 13 por cento dos professores brasileiros já sofreram algum tipo de agressão.   No caso de Rio das Ostras, o professor pediu demissão da escola e caiu fora, porque não é besta, Se ficasse, poderia ser até morto, que aos seus assassinos nada aconteceria. Os meliantes foram suspensos, mas em seguia voltarão à sala de aula, para destruir. Aliás, destruído já está nosso sistema de ensino, com marginais dominando as escolas, dentro e fora. E os professores acuados, como se fossem eles os criminosos. Pobre Brasil! Pobres de nós, que também somos vítimas desses marginais impunes!

 

 

 

FÁTIMA NAS MÃOS DO TSE

A bomba da quinta-feira foi a informação dada pelo site tudorondonia, de manhã, que acabou se confirmando à tarde: o TRE, por 7 votos a zero,  indeferiu, em reunião que terminou ao anoitecer, a candidatura ao Senado de Fátima Cleide, o nome mais quente do PT para a eleição deste ano em Rondônia, pelo não cumprimento de prazos.  O problema envolveu a impugnação do nome do segundo suplente, Josué Pessoa de Souza, que não apresentou certidão escolar e, segundo o TRE, foram dados vários prazos para que o assunto fosse resolvido, mas a coligação não cumpriu nenhum deles. Imediatamente após tomarem conhecimento da decisão, os advogados da coligação liderada pelo PSOL, em parceria com o PT, seguiram para Brasília, em busca de uma liminar do TSE, com a dificílima missão  de manter Fátima candidata, até a decisão final sobre o assunto. O caso é grave, porque a lei eleitoral é duríssima em relação a prazos. Não o é para outras coisas, mas para isso, aí age com toda a força. O último dia para mudança de nomes nas chapas era a segunda-feira, 17. O PT deixou passar a data e não resolveu o caso. O clima no diretório petista da Capital, no final da tarde, era de velório. Enquanto isso, partidários do candidato do MDB, Valdir Raupp, que está  disputando voto a voto com Fátima a segunda vaga ao Senado, comemoraram a decisão. Os petistas esperam, ainda nessa sexta, aval do TSE para manterem a campanha. Mas que o caso é complicado, é sim! Fátima pode ficar fora da eleição apenas por um problema burocrático. Parece mentira, mas não é!

 

CANDIDATOS CONVERSAM COM O PIB

Industrialização, criação de emprego e renda. Mas também saúde, educação, segurança. Os candidatos ao Governo do Estado se reúnem com empresários e lideranças, durante cinco horas (das 7 às 22h), nesta sexta, no auditório da Federação das Indústrias, a Fiero. A iniciativa da entidade comandada por Marcelo Thomé, abre uma importante via de comunicação entre os pretendentes ao Palácio Rio Madeira/CPA e importante parcela do PIB rondoniense, para que sejam explanados os planos de cada um. Cada um dos sete candidatos convidados, terá meia hora para falar, entre a apresentação de propostas e resposta a perguntas que serão sorteadas. Confirmaram presença, por ordem e apresentação no encontro, Pimenta de Rondônia (PSOL), Acir Gurgacz (PDT), Coronel Charlon (PRTB), Expedito Júnior (PSDB), Maurão de Carvalho (MDB), Pedro Nazareno (PSTU) e Vinicius Miguel (Rede). O candidato do PSL, coronel Marcos Rocha, tem um compromisso agendado em Cacoal e não participará do encontro. Segundo a assessoria da Fiero, o Comendador Queiroz, do PMB, não respondeu ao convite.

 

MAIS DOIS DEBATES

Pelo menos dois debates televisivos estão programados ainda antes do primeiro turno para a eleição ao Governo. O primeiro deles será dia 28, na respeitada SICTV/Record, onde, aliás, já foram decididas eleições. A prova mais recente disso foi na eleição de Hildon Chaves, que se destacou no encontro com os demais candidatos, na emissora e saiu para uma vitória que, pouco antes, ninguém esperava. A experiente jornalista Meiry Santos será a mediadora. Pela primeira vez, nos grandes debates a SICTV, uma mulher será a coordenadora, demonstrando, também nessa área, que elas ocupam, por competência e mérito, cada vez mais espaço em todas as atividades. O debate está agendado para começar às 17h50 e deve durar em torno de duas horas. O segundo encontro entre os principais nomes ao Governo será na TV Rondônia/Rede Globo, na noite de 2 de outubro, cinco dias antes do pleito. A princípio, tanto na Record como na Globo, estão confirmadas as participações dos seis primeiros  nas pesquisas. Mas é bom lembrar que no caso da TV Alamanda/SBT, o candidato coronel Charlon conseguiu uma liminar no TRE, obrigando a emissora a colocá-lo também no ar.  Por enquanto, fica mantido o plano original, que só será modificado se houver alguma nova decisão da Justiça Eleitoral para inclusão de outros nomes. Espera-se que os dois próximos encontros entre os candidatos não sejam tão frios como o foi o encontro na Alamanda.

 

DIAS DECISIVOS ANTES DAS URNAS

Estamos a 16 dias da eleição e os candidatos aproveitam o antepenúltimo final de semana da campanha para percorrer o Estado, de olho no eleitor. É sempre bom lembrar que as pesquisas apontam que há quase metade de eleitores indecisos ou que dizem que vão votar em branco ou anular o voto. São as últimas duas semanas para que os concorrentes ao Governo do Estado e ao Senado (também para a escolha dos dois senadores, os indecisos também são em grande número), tratem de buscarem esses votos, principalmente daqueles que, até agora, não estão convictos para quem mandarão seus votos. Corrida também se apressa para os postulantes à Câmara Federal. Os atuais ocupantes das cadeiras (com exceção de Nilton Capixaba, que renunciou à reeleição e Marcos Rogério, que vai ao Senado), saem em grande vantagem. Alguns deles conseguiram recursos vultosos de seus partidos, já que os novatos pouco têm acesso ao Fundo Partidário. Numa campanha curta e onde os mais conhecidos têm chances, Marinha Raupp, Mariana Carvalho, Luiz Cláudio da Agricultura, Expedito Neto, Lúcio Mosquini e Lindomar Garçon saem em vantagem. Mas há, nos calcanhares deles, nomes também poderosos e com estrutura de campanha, como Mauro Nazif e Jaqueline Cassol, entre tantos outros. Para a Câmara, a disputa também esquenta nessa reta final.

 

ANTES PARCEIROS, AGORA CULPADOS

Marina Silva ainda existe. Claro que só até a eleição. Depois sumirá por quatro anos, até a próxima eleição presidencial. Mas essa semana, ela disse mais uma daquelas frases bombásticas. Afirmou que o MDB, o PT e o PSDB levaram o Brasil para o fundo do poço. E que os líderes desses partidos usaram o poder apenas para o próprio enriquecimento ilícito. Marina está na vida pública há anos. Começou como membro atuante do PT. Foi ministra de Lula até 2008, quando se desligou do governo, por criticar a política ambiental do seu ex guru, o então presidente Lula. Sempre  teve uma proximidade com o MDB e seus líderes. Na última eleição presidencial, mesmo dizendo-se de esquerda, apoiou a candidatura de Aécio Neves, o tucano mor, contra Dilma Rousseff. Ou seja, a presidenciável teve todas as condições de criticar esses partidos quando estava fazendo parte deles ou era próxima. Ficou praticamente quatro anos sem abrir a boca, desaparecendo nas crises e reaparecendo só raramente e assim mesmo para fazer papel de urubu, ou seja, se alimentar dos restos, na sucessão de malfeitos e crises que o país atravessou. Amiga do peito das ONGs internacionais, Marina diz uma coisa e faz outra. No palanque, ataca todas as forças que hoje diz combater. Quando se precisa ouvir a voz dela, contudo, fora das disputas eleitorais, ela some e faz questão de não lembrar quem era seus parceiros, num passado recente. Talvez por isso sempre fique pelo caminho, em suas campanhas.

 

MAIORIA EM RONDÔNIA É BOLSONARO

Na corrida presidencial, a última pesquisa do Ibope (registro 00295/TRE/RO), colocou também Jair Bolsonaro como líder disparado, na corrida presidencial, em Rondônia. Mas o grande salto mesmo quem deu foi o petista Fernando Haddad, que na pesquisa anterior tinha apenas 2 por cento das intenções de voto e, em poucos dias, quando Lula saiu da disputa e o indicou, ele saltou para 15 pontos. Também aqui no Estado o confronto entre o direitista Bolsonaro, do PSL e o esquerdista Haddad, do PT, aponta para um segundo turno entre os dois extremos da política nacional. Ciro Gomes  (8 pontos), Marina Silva (6), Geraldo Alkmin (6), Álvaro Dias (3),  Henrique Meirelles (2), seguem a tendência nacional, pois no geral os candidatos aparecem exatamente nessa ordem.  O rondoniense, em sua maioria – pela pesquisa – já decidiu seu voto para a Presidência, pois apenas 9 por cento não souberam ou não responderam à escolha. Além disso, 11 por cento disseram que vão votar em branco ou vão anular seu voto. Foram ouvidos 812 eleitores nas principais cidades do Estado.

 

PERGUNTINHA

Você concorda ou não com o que os resultados das pesquisas eleitorais, tanto as feitas em Rondônia como as realizadas em nível nacional ou pensa que pode haver muito erro, inclusive com manipulação dos números finais?

 

 

 

 

 

 

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