No final da manhã desta quinta, era nítida a alegria do governador Daniel Pereira, recém saído de uma reunião do BNDES, quando pôde anunciar em primeira mão, a essa coluna, a liberação de 251 milhões de reais para a conclusão de cerca de 200 quilômetros da TransRondônia, a RO 370, que vai ligar o Estado de um lado ao outro, paralela à BR 364 e melhorando em muito o tráfego em todo o Estado. Daniel participou da reunião junto com o senador Valdir Raupp e com a deputada federal Marinha Raupp, recebendo a boa nova do presidente do BNDES, Dyogo de Oliveira.  O dinheiro vem do Pidisi, programa de financiamento feito na administração de Confúcio Moura. Mas o grosso do dinheiro ainda não tinha sido liberado. O foi agora, depois do encontro da quinta. O Governador rondoniense estava comemorando a boa nova, porque o financiamento vai poder colocar em prática a concretização de uma obra gigantesca, uma rodovia que, no total terá mais de 450 quilômetros, começando no extremo sul, em Pimenteiras, chegando até Guajará Mirim, num traçado alternativo à BR 364, abrindo novos caminhos para o escoamento da produção agrícola do Estado e interligando Rondônia por um traçado diferente. Vai facilitar em muito a vida dos ruralistas, principalmente no transporte do gado e de leite, entre muitos outros produtos, por isso, além de outras denominações, também é chamada de Rodovia do Boi. Já existe asfalto em alguns trechos e tudo isso será aproveitado. Com os 250 milhões agora liberados pelo BNDES, será construída bem mais que a metade da obra. Para se ter ideia da grandeza do investimento e da sua enorme importância para todo o Estado, basta citar as cidades que ela interligará: Cerejeiras, Corumbiara, Chupinguaia, São Felipe e ainda passará por toda a Zona da Mata. Vai interligar Alvorada, Urupá, Mirante da Serra, a região central do Estado, subindo até Guajará-Mirim, aproveitando ainda traçado da BR-080, que virá de Goiás, passará pelo Mato Grosso e entrará em Rondônia em Machadinho, seguindo até a fronteira com a Bolívia.

 O senador Valdir Raupp,  que também participou de todas as conversações, destacou a importância da obra e o esforço do Governo de Rondônia em busca dos recursos para que ela seja transformada em realidade. A menos de 45 dias comandando o Estado, Daniel Pereira já conseguiu essa ótima notícia para sua população, porque a RO 370, a futura TransRondônia, chamada assim pelo governador Confúcio Moura, que lançou o projeto, será um marco de transformação no sistema viário do Estado, desafogando a BR 364 e facilitando a vida dos produtores do interior rondoniense. Os primeiros 200 quilômetros, que ligarão o Cone sul do Estado à zona da Mata já têm, agora, recursos garantidos. O esforço, a partir de agora, será correr atrás da grana que falta para completar os mais de 450 quilômetros.

 

 

 

DANIEL LAVOU AS MÃOS

Deu a lógica! Daniel Pereira volta só nesta sexta do Rio de Janeiro.  Foi resolver questões relacionadas com o Pidise, o pacote de investimentos do Estado, com financiamentos conseguidos no governo Confúcio Moura.  A viagem veio a calhar. Como não estava por aqui, ele não precisou dar explicações sobre o fato de não ter nem sancionado e nem vetado o projeto de criação do Conselho de Proteção aos Gays e outras minorias. Ficou bem com os evangélicos e não pode ser acusado pelos grupos de defesa dessas minorias de não ter ouvido a todos. O projeto volta para a Assembleia, onde , pela Constituição, terá que ser sancionado, embora já haja definição de que será votado novamente e derrubado. O presidente Maurão de Carvalho, ligado aos grupos evangélicos, maiores adversários do Conselho, já avisou que teria pelo menos 16 votos para derrubar o projeto que a própria Assembleia aprovou, semanas atrás. Já se a decisão dependesse do deputado Hermínio Coelho, o Conselho seria criado. Ele diz que respeita as opiniões dos evangélicos, mas não vê nada demais a aprovação do projeto. Alguém ainda acha que o assunto já morreu? Engano. Essa história ainda vai longe...

 

A BADERNA OFICIALIZADA

A baderna institucionalizada e regulamentada: nesta quinta, foram três bloqueios na BR 364. Um em Alto Alegre dos Parecis. Outro em Nova Mutum. Outro em Nova Califórnia.  Moradores dessas duas localidades se adonaram da principal rodovia do norte do país, a única que nos liga ao sul e nos traz até perto da fronteira com o Peru e fizeram dela seus redutos, para reivindicar isso e aquilo, melhorias e por aí vai. Pobres dos demais brasileiros que nada têm a ver com tudo isso e que ficam, impotentes, assistindo a essas palhaçadas, enquanto as autoridades fazem de conta que isso é legal, correto e não deve ser combatido. Daqui a algum tempo, qualquer um que esteja insatisfeito com o que quer que seja, terá o mesmo direito, já que não há qualquer ação para desbloquear  a BR e garantir o vir e vir de milhares de veículos e pessoas. Quem deveria fechar a rodovia são os caminhoneiros, em protesto contra autoridades pífias, que lavam as mãos e abandonam quem quer trabalhar como se fossem cidadãos de terceira categoria, priorizando a “proteção” aos criminosos que interrompem rodovias. Ontem, enfim, a Justiça Federal determinou ação e a retirada imediata dos bloqueios. Será que a ordem será cumprida?

 

ALUÍZIO VIDAL E SEUS 78 MIL VOTOS

Professor e Pastor, Aluízio Vidal é um personagem que se destaca no contexto da política e da sociedade rondonienses. Chegou a somar mais de 78 mil votos na última eleição ao Senado, mesmo disputando contra pesos pesados da política regional, mesmo sem ter dinheiro (gastou apenas 70 mil reais em toda a campanha) e por um partido nanico, o PSOL. Agora, na Rede, de Marina Silva, ele é pré candidato novamente, buscando um espaço no interior do Estado como já o tem na Capital, onde inclusive já apareceu liderando pesquisas. Quais seus planos? Por que o Senado e não um cargo menor, onde teria mais chances? Aluízio conta a Sérgio Pires um pouco da sua trajetória, seus planos, seus sonhos e os motivos que o levaram a decidir a, novamente, tentar uma cadeira no Congresso Nacional. Não perca a entrevista exclusiva que vai ao ar neste sábado, a partir das 11h30 da manhã, na Record News Rondônia (Canal 31 na TV Aberta; Canal 331 na Sky) e que, a partir de domingo, estará disponível, na íntegra, no site Gente de Opinião.

 

OS INIMIGOS DE GUAJARÁ

Guajará Mirim parece não ter jeito mesmo. Quando aparece algo bom, as chamadas autoridades competentes dão um jeito para que as coisas voltem a ser as piores possíveis. Uma normal da Receita Federal, que existia há mais quase 30 anos, mas que nunca foi posta em prática porque podia acabar com os pequenos comerciantes na fronteira com a Bolívia, não se sabe por que cabeça genial que decidiu, a partir de agora tem que ser cumprida. Todas as mercadorias têm que  ser transportadas em balsas, aumentando tremendamente os custos e a burocracia e praticamente inviabilizando os pequenos negociantes dos dois lados. O assunto foi levado à Assembleia Legislativa, onde o presidente Maurão de Carvalho promete ajuda, mas pouco pode fazer, a não ser acionar a bancada federal. A população de Guajará, que hoje pode ocupar apenas 7 por cento de todo o território do município, já que todo o resto é intocado, parece viver em sofrimento. E ainda tem que aguentar essa gente toda que faz de tudo para piorar a vida da cidade e sua população. Aliás, os moradores de Guajará e principalmente seus quase 10 mil eleitores, só têm utilidade mesmo, em tempos de eleição. Afora isso, o que tem de gente querendo esculhambar com a cidade, não tem no mapa.

 

ENFIM, AS GRANDES OBRAS

Correria de vereadores, principalmente entre os que serão  candidatos à Assembleia e que fazem parte da base aliada, para acompanhar o prefeito Hildon Chaves, no lançamento das obras de saneamento e asfaltamento dos bairros Mariana e São Francisco. No total, serão 27 quilômetros de asfalto em dezenas de ruas daquela região, entre as mais pobres e abandonadas da cidade, que, segundo o prefeito, há mais de 30 anos não recebiam serviços públicos de qualidade, como os que começam a ser ofertados agora. Os dois bairros da zona leste também são muito populosos e, de olho no eleitorado, é que muitos vereadores fizeram questão de acompanhar o início das obras que estão sendo realizadas pelo 5º BEC, o que já se antevê como obras de qualidade. Ao dar o pontapé inicial para as obras naquela região da Capital, Hildon também anunciou que a iluminação pública no bairro, que era de apenas 3 por cento de cobertura, hoje chegou praticamente aos 100 por cento. Ou seja, começam, enfim, as boas notícias em termos de grandes reais.

 

PANE NA CABEÇA DO ELEITOR

A confusa, complexa e cheia de melindres legislação eleitoral brasileira, vai acabar enlouquecendo os eleitores. O caso mais recente continua ocorrendo em Vilhena , onde uma hora determinada decisão judicial tira da Prefeitura Rosani Donadon, legitimamente eleita, que perdeu o mandato por micuinhas e firulas. Mas, para surpresa geral, a mesma lei que a cassou, permite que ela volte a concorrer de novo, numa eleição suplementar. Lançam-se candidaturas  em convenção (dela e de adversários) gasta-se uma grana preta para realizar de novo uma eleição municipal, que paralisa a cidade um ano e meio depois de ter ocorrido a escolha normal e, dias depois, nova decisão, decide cassar o registro da candidatura de Rosani, que tinha sido autorizada a concorrer por outra instância. Mas então ela está fora? Não está. Pode recorrer ao TRE e depois ao TSE. Enquanto essa confusão jurídica deia a cabeça do eleitor em pane total, o país mantém uma superestrutura de Justiça, para eleições de dois em dois anos. Não está na hora de acabar com tudo isso; fazer eleição de cinco em cinco anos e pôr fim a essa esculhambação?

 

PERGUNTINHA

Você, que é eleitor em Vilhena, está conseguindo essa confusão generalizada em que se transformou a disputa pela Prefeitura da sua cidade?

 

 

 

 

 

 

 

 

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